Estabilização de Encosta

Técnica para estabilização de encostas de terra ou rochosa, envolvendo grandes massas em processo de escorregamento ou em fase de pré-ruptura. Nos  locais de ocupação urbana, rural, industrial ou mesmo em condições naturais dos terrenos há um grau de enfraquecimento do terreno pela ação cíclica climática, podendo levar a movimentação e queda de pequenas ou grandes massas de solo e rocha que ocasionam enormes prejuízos patrimoniais e de perdas de vida humana. As soluções de estabilização são complexas e requerem estudos geológico e geotécnico para o entendimento do processo dinâmico, além de investigações através de sondagens, ensaios e análise geotécnica utilizando-se atualmente programas de computador para a identificação da solução de intervenção de estabilização. Incluem comumente a utilização de drenagens profundas através de DHPs (dreno horizontal profundo) e adequação de geometria do terreno instável (retaludamento). Adicionalmente, técnicas especiais de contenção, como solo grampeado, muro de arrimo ou mesmo cortina atirantada, são elementos que podem ser utilizados em conjunto. Em muitos casos suas implantações são demoradas e  onerosas, às vezes impondo desocupação e restrição de mobilidade humana (áreas sujeitas ao risco). 

O projeto de estabilização de encostas é um produto geotécnico para conter movimentos dos terrenos que na maioria dos casos envolve grandes massas de solo e rocha. Aplica-se também para casos, mais raros, de movimentação lenta e contínua de arraste ao longo de encostas (creeping).

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